Entre em contato:

What'sApp: (21) 979640613
E-mail: atendimento@shopmedical.com.br
Visite nossa loja: www.shopmedical.com.br

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Bebidas alcóolicas prejudicam saúde e beleza da pele feminina


Excesso de consumo do álcool provoca aumento da oleosidade no rosto até o envelhecimento precoce


Mulheres que gostam de um bom drinque, uma taça de vinho ou mesmo da cervejinha inocente para relaxar em dias estressantes e curtir com os amigos precisam ficar atentas não só ao efeito do álcool para a saúde, mas também, para a beleza da pele. Isso porque, mesmo em pequenas quantidades, o álcool pode acelerar o envelhecimento e favorecer problemas relacionados à cútis.
A explicação científica para a má notícia é a de que o organismo feminino é mais sensível à bebida alcoólica e os efeitos são visíveis na pele. "O álcool se mistura com a água do corpo e, como as mulheres possuem proporcionalmente menos água do que os homens no organismo, a concentração e os efeitos da bebida são maiores", afirma Dra. Sheila, farmacêutica e consultora em cosmetologia. 
Além disso, o consumo do álcool etílico, tipo mais comum encontrado nas bebidas, pode tirar o brilho e a beleza da cútis. O álcool é um agente dilatador dos vasos sanguíneos e provoca alterações nas células da pele. Assim, doenças como dermatite seborreica, elevação da oleosidade no rosto, vermelhidão facial e desidratação são causadas pelo consumo de bebidas alcoólicas.
Por causa da vasodilatação, o álcool ainda aumenta a produção de líquido extracelular no organismo. “Esse líquido em excesso prejudica a circulação de nutrientes do sangue para as veias, modificando o metabolismo do corpo e causando problemas para a pele”, explica Dr. Paulo Kogake, Médico Esteta, Membro da Academia Brasileira de Estética e Diretor da Clínica Kogake.

Uma taça de vinho pode



Duas latinhas de cerveja já são suficientes para causar danos à saúde e beleza da cútis. “O ideal é beber uma lata por hora, mas quem começa a beber não faz a contagem”, ressalva Dr. Paulo. Porém é possível manter o equilíbrio de uma pele bonita e o consumo de bebidas alcoólicas tomando uma taça de vinho por dia, principalmente o tinto. Além de satisfazer a vontade, a bebida também faz bem para cútis.
O vinho contém substâncias que ajudam no funcionamento do organismo por conta do resveratrol e flavonoides das uvas. Os flavonoides são antioxidantes e aumentam o HDL colesterol, conhecido como colesterol bom, ajudam a baixar a pressão arterial e também diminuem o risco de entupimento das artérias coronárias.
O resveratrol, por sua vez, é uma substância encontrada naturalmente em diversas plantas, como na casca das uvas e também nas sementes de algumas variedades, principalmente de uvas roxas e vermelhas. Essa substância aumenta a expectativa de vida e auxilia no rejuvenescimento da cútis, regenerando os tecidos.


Fonte: beleza terra

domingo, 2 de setembro de 2012

Osteoporose - Prevenção é o remédio


A perda de massa óssea, ao longo dos anos, pode comprometer a qualidade de vida na maturidade. Portanto, é preciso combatê-la - um caminho é uma dieta rica em Cálcio.



Silenciosamente, sem apresentar nenhum sintoma, a osteoporose vai deixando os ossos porosos e, por isso, quebradiços. Tão frágeis que um simples espirro ou um abraço mais apertado podem trincar uma vértebra. As quedas, então, trazem conseqüências dolorosas, como fraturas no colo do fêmur, no quadril ou no pulso. Segundo pesquisa realizada pela International Osteoporosis Foundation (IOF), uma organização mundial dedicada à luta contra a doença, o problema já atinge 10 milhões de pessoas no Brasil. E, em função de suas conseqüências, principalmente complicações advindas de fraturas ósseas, apresenta uma média de mortalidade de 200 mil pessoas todos os anos.
O estudo revela ainda que as fraturas vertebrais são as mais comuns e levam à diminuição da estatura, pois, apesar de serem pequenas e imperceptíveis, provocam o esmagamento das vértebras, arqueando as costas e formando uma corcunda. Mas as informações mais preocupantes são sobre as fraturas de quadril, já que aproximadamente 1/3 dos pacientes com este problema morre no prazo de um ano. Mesmo assim, segundo o relatório, e até porque é uma enfermidade sem sintomas aparentes, cerca de 80% dos pacientes abandonam o tratamento antes do primeiro ano.

A doença atinge 10 milhões de pessoas no Brasil e a mortalidade ocorre em conseqüência de complicações advindas das fraturas ósseas.

O X da questão

Para se ter idéia da gravidade do problema, só nos Estados Unidos a osteoporose é responsável por 1,5 milhão de fraturas por ano - 300 mil de quadril, 700 mil vertebrais, 250 de punho e 250 mil de colo de fêmur, para citar as mais graves e que chegam a ser fatais em 20% dos casos, segundo o National Institutes of Health Osteoporosis. Mas os efeitos devastadores desta enfermidade só foram conhecidos nas últimas décadas, já que sua incidência é proporcional ao aumento da expectativa de vida. Como a população do mundo inteiro está envelhecendo, o problema vem aparecendo mais. E, com ele, os esforços para evitar que o mal se instale nas pessoas com predisposição, reverter o quadro e até estacionar a doença.
O investimento na saúde deve começar cedo. Mais precisamente a partir dos sete anos, quando ocorre um pico de massa óssea volumosa. Nessa fase, o consumo de itens ricos em cálcio, como leite, queijo e iogurte, e a prática regular de exercícios físicos favorecem a formação de ossos mais resistentes e, portanto, menos expostos aos riscos da doença. Mas por toda a vida, independente da idade ou na presença ou não de osteoporose, é preciso ter uma alimentação equilibrada e rica em cálcio, além de incluir atividades físicas na rotina.
A recomendação é de que, no mínimo, seja consumido 1g de cálcio todos os dias. Isso eqüivale a três copos de leite ou de derivados, como iogurte, coalhada ou queijos diversos. Para quem sofre de algum tipo de intolerância ao leite, outros alimentos ricos em cálcio, juntamente com suplementos indicados pelos médicos, podem dar conta do recado. Algumas importantes fontes de cálcio são: vegetais verde-escuros, como couve, agrião, brócolis, rúcula; leite de soja ou tofu; sardinhas e salmão. Ovos, legumes, frutas secas e grãos integrais, embora em menos quantidade, também entram na lista.

Segundo a endocrinonogista Marise Lazaretti Castro, também é recomendado, para os muito magros, seguir uma dieta mais calórica e até engordar um pouquinho, de preferência ganhando massa muscular. "Uma outra medida importantíssima é tomar banho de sol todos os dias. Deve-se ficar com pernas e braços expostos ao sol direto por 15 a 20 minutos. Essa atitude ajuda na elaboração da vitamina D na pele, que também auxilia na fixação do cálcio no osso. Mas atenção: os raios solares precisam incidir diretamente na pele, não pode ser através de vidros", explica.

Pessoas que se enquadram na lista de possíveis portadoras da doença nunca devem esquecer de três importantes aspectos: Tomar sol, ter alimentação rica em cálcio e praticar uma atividade física.

Como tudo começa

No tecido ósseo existem células formadoras (osteoblastos) e células que reabsorvem (osteoclastos) esse tecido e elas estão nesse processo contínuo na maior parte de nossa vida. "Entre os 40 e 50 anos, lentamente, começam a ocorrer perdas ósseas, o que é considerado normal. Quando a mulher entra na menopausa e os ovários param de produzir hormônios sexuais, principalmente o estrógeno, a perda se acentua. Já no homem, este processo é menos dramático, porque, na maioria das vezes, a produção dos hormônios sexuais diminui mais devagar. Em alguns pacientes a perda de massa óssea pode ser tão intensa que se estabelece a ostopenia, que é o primeiro estágio da doença, mas ainda não existe risco de fraturas. Porém, o tratamento é imprescindível para estacionar as perdas e, se possível, ganhar até um pouco mais de massa óssea. Se o tratamento não for seguido como o recomendado, o próximo passo será a osteoporose", explica o endocrinologista Antonio Carlos do Nascimento.
Sem controle do problema, as fraturas são inevitáveis e costumam seguir uma seqüência com o passar do tempo. "Primeiro acontecem as de punho, pelo esforço numa queda para se apoiar, que ocorrem de 5 a 10 anos depois da menopausa. A seguir, as mais comuns e dolorosas, são as vertebrais. Só mais tarde, em geral em torno dos 75 anos de idade, o risco é de fraturas do colo do fêmur", explica a endocrinologista Marise Lazaretti Castro, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Balança Digital Millenium da G-LIFE, compacta, leve e com desing arrojado esta balança além de medir o peso até 150 kilos,  calcula automaticamente, Percentual de Gordura, Massa Óssea, Massa Muscular, Nível de Água Corporal e necessidade de ingestão de calorias.

Veja mais acessando nossa loja:

Shopmedical

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Nebulizador Inalador Portátil Minisonic da Soniclear


A Soniclear acaba de lançar o Minisonic, um Inalador Portátil Ultrassônico, ideal para ser transportado com facilidade, inclusive durante viagens, dispondo de um adaptador para o acendedor do carro. O aparelho é totalmente blindado, o que permite ao usuário fazer a inalação deitado ou sentado, sem o inconveniente de derrubar a medicação.
O Minisonic é silencioso e possui três intensidades de névoa (mínima, média e máxima), podendo ser utilizado tanto para crianças como adultos. O aparelho transforma a solução do medicamento a ser inalado em micropartículas de névoa, que atingem as vias respiratórias, amenizando as crises em apenas 10 minutos de inalação, na intensidade máxima. O temporizador regula o uso do aparelho com total segurança por 10 minutos, na intensidade máxima, 15 minutos na média, e 20 minutos na mínima. Após esse período, ocorre o desligamento automático, evitando que o aparelho queime.

Entre os acessórios que integram o Minisonic estão duas máscaras faciais anatômicas, flexíveis e em PVC atóxica (adulto e infantil), uma boquilha flexível para uso oral, uma nécessaire de transporte, cabo elétrico (bivolt automático), adaptador para o acendedor do carro, e jogo com 15 copos reutilizáveis.
Veja mais em nossa loja: http://www.shopmedical.com.br/index_mostraprodutos.asp?idproduto=278716

domingo, 3 de junho de 2012

Problemas respiratórios no Inverno.



Os dias de inverno são responsáveis por uma maior circulação dos vírus respiratórios, que podem fazer com que até mesmo simples resfriados se apresentem de forma bem mais agressiva nas crianças pequenas ou em indivíduos com fragilidades específicas.


Um exemplo típico é a bronquiolite, com o frequente vírus sincicial respiratório. Em bebês pequenos, especialmente nos menores de 1 ano, crianças prematuras ou aquelas que possuem doenças como cardiopatias congênitas, a doença pode causar até falência respiratória, determinando internações ou a necessidade de tratamento em UTI infantil.

Em caso de episódio agudo de determinada infecção de maior gravidade, a criança pode demorar a ficar totalmente restabelecida. Isso ocorre porque este vírus pode causar uma lesão importante e duradoura no epitélio respiratório, e o pequeno apresentar sintomas prolongados, mesmo após a resolução do quadro agudo, com a eventual necessidade de acompanhamento por um especialista em pneumologia pediátrica.

“Este é um dos bons motivos pelos quais os pediatras orientam que pessoas doentes não visitem os bebês pequenos. Todos que estiverem em contato com a criança devem lavar bem as mãos antes de tocá-la. E se a mãe na época da amamentação ficar doente, deverá usar a máscara respiratória ao amamentar”, comenta Drª. Marina Buarque de Almeida, pneumologista pediátrica da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.

http://www.shopmedical.com.br/index_mostraprodutos.asp?idproduto=79697

Outro dado importante que agrava e complica a vida destes bebês é a exposição a fatores irritantes e poluentes intradomiciliares, como o cigarro. O tabagismo passivo causa irritação nas vias aéreas do bebê, deixando-o mais predisposto a contrair infecções, tornando-se um aditivo à lesão causada pelo tabaco. Estudos mostram que as crianças expostas ao tabagismo passivo têm mais infecções das vias aéreas que as demais.

Os mesmos vírus que causam infecções de menor gravidade, como os resfriados comuns nas crianças, também poderão ser grandes vilões dos pacientes asmáticos. Grande parte das crises de asma no outono está associada à infecção viral. Este mesmo paralelo pode ser feito aos bebês e lactentes que apresentam crises de chiado ou sibilância recorrente, possivelmente sem um diagnóstico definido do seu problema respiratório.


Ainda de acordo com a Drª. Marina, nesta época do ano, com o aumento do frio, as pessoas tendem a frequentar locais fechados, nos quais a circulação de ar não é adequada.

“É importante manter sempre a ventilação nas casas, nos quartos, nas salas de aula, berçários, creches, bufês infantis, shoppings, entre outros ambientes, para haver renovação do ar. Os pais devem manter a vigilância nas escolas e creches, e seguir estes mesmos cuidados em casa, onde a criança passa a maior parte do seu tempo”, adverte.


 Fonte: Acontece Comunicação e Notícia

domingo, 27 de maio de 2012

ÚLCERAS POR PRESSÃO COMO PREVENIR?


As úlceras de pressão ou escaras, como são conhecidas popularmente, são complicações em pacientes hospitalizados, internados em casas de repouso, asilos ou mesmo em ambiente domiciliar. Elas ocorrem, não somente no Brasil, mas, em outros países, até mesmo os mais desenvolvidos. Atingem principalmente indivíduos imobilizados no leito e/ou acamados ou com restrição de movimentos devido a alguma doença ou sequela.

As úlceras de pressão desenvolvem-se quando o tecido (pele) é comprimido entre a proeminência óssea e a superfície externa (cama, colchão) por um longo período de tempo. Acontece quando a pessoa permanece muito tempo acamada. Com o objetivo de facilitar a prevenção e o tratamento, as úlceras de pressão  são divididas em 4 estágios:

ESTÁGIO 1 - A pele fica muito avermelhada, mas intacta.
ESTÁGIO 2 - A pele fica lesada em forma de bolha, abrasão ou cratera.
ESTÁGIO 3 - A úlcera ultrapassou a pele, mas ainda não acometeu o músculo.
ESTÁGIO 4 - A úlcera ultrapassou outros tecidos, chegando aos músculos, tendões ou ossos.

COMO EVITAR?
Evitar as úlceras de pressão é um grande desafio para as equipes de saúde. É comum associarem a presença das úlceras como conseqüência negativa da assis­tência de enfermagem. Entretanto esta questão é discutida mundialmente, pois, o aparecimento das úlceras envolve outros fatores como:
Declínio das condições físicas do paciente;
Falência das condições nutricionais, ou seja, deficiência de vitaminas, proteínas, e água nos tecidos;
Idade, quando a pele torna-se mais frágil e propensa a desenvolver lesões;
Indivíduos muito emagrecidos ou muito obesos; entre outros.

MATERIAIS UTILIZADOS PARA O CONFORTO E SEGURANÇA DO PACIENTE
Colchão Pneumático movido a ar, que faz movimentos, aliviando a pressão da pele com a cama;
Coxins de Espuma, coxins de gel e bóias de ar: são materiais utilizados nas proeminências ósseas que ficam em contato com a cama;
Avaliação diária da pele durante o banho do paciente a fim de identificar o aparecimento de alguma lesão desde o início;
Mudança da posição do paciente com intervalos curtos a fim de aliviar a pressão nas áreas de atrito da pele com a cama e colchão;
Higiene para manter a pele limpa e seca, livre de possíveis descamações.


COMO TRATAR AS ÚLCERAS DE PRESSÃO?
No caso de falharem todas as medidas preventivas utili­zadas, tanto no atendimento hospitalar como no domiciliar, e a úlcera de pressão atingir o paciente, os tratamentos são os mais diversos e sempre devem ser feitos levando-se em consideração o paciente como um todo. Devem ser avaliados os fatores internos e externos que levaram ao aparecimento das lesões e trabalhar em conjunto com todos os profissionais que atuam para a saúde do paciente (enfermeiros, auxiliares de enfermagem, médicos, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes sociais e psicólogos).

As medidas para evitar as úlceras de pressão devem ser intensificadas nas instituições de saúde, pois quando elas ocorrem além de trazer sofrimento aos pacientes, aumentam os dias de internação e, como consequência, aumentam os custos da hospitalização. No ambiente domiciliar causam transtornos e gastos à família do paciente.