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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Nebulizador Inalador Portátil Minisonic da Soniclear


A Soniclear acaba de lançar o Minisonic, um Inalador Portátil Ultrassônico, ideal para ser transportado com facilidade, inclusive durante viagens, dispondo de um adaptador para o acendedor do carro. O aparelho é totalmente blindado, o que permite ao usuário fazer a inalação deitado ou sentado, sem o inconveniente de derrubar a medicação.
O Minisonic é silencioso e possui três intensidades de névoa (mínima, média e máxima), podendo ser utilizado tanto para crianças como adultos. O aparelho transforma a solução do medicamento a ser inalado em micropartículas de névoa, que atingem as vias respiratórias, amenizando as crises em apenas 10 minutos de inalação, na intensidade máxima. O temporizador regula o uso do aparelho com total segurança por 10 minutos, na intensidade máxima, 15 minutos na média, e 20 minutos na mínima. Após esse período, ocorre o desligamento automático, evitando que o aparelho queime.

Entre os acessórios que integram o Minisonic estão duas máscaras faciais anatômicas, flexíveis e em PVC atóxica (adulto e infantil), uma boquilha flexível para uso oral, uma nécessaire de transporte, cabo elétrico (bivolt automático), adaptador para o acendedor do carro, e jogo com 15 copos reutilizáveis.
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domingo, 3 de junho de 2012

Problemas respiratórios no Inverno.



Os dias de inverno são responsáveis por uma maior circulação dos vírus respiratórios, que podem fazer com que até mesmo simples resfriados se apresentem de forma bem mais agressiva nas crianças pequenas ou em indivíduos com fragilidades específicas.


Um exemplo típico é a bronquiolite, com o frequente vírus sincicial respiratório. Em bebês pequenos, especialmente nos menores de 1 ano, crianças prematuras ou aquelas que possuem doenças como cardiopatias congênitas, a doença pode causar até falência respiratória, determinando internações ou a necessidade de tratamento em UTI infantil.

Em caso de episódio agudo de determinada infecção de maior gravidade, a criança pode demorar a ficar totalmente restabelecida. Isso ocorre porque este vírus pode causar uma lesão importante e duradoura no epitélio respiratório, e o pequeno apresentar sintomas prolongados, mesmo após a resolução do quadro agudo, com a eventual necessidade de acompanhamento por um especialista em pneumologia pediátrica.

“Este é um dos bons motivos pelos quais os pediatras orientam que pessoas doentes não visitem os bebês pequenos. Todos que estiverem em contato com a criança devem lavar bem as mãos antes de tocá-la. E se a mãe na época da amamentação ficar doente, deverá usar a máscara respiratória ao amamentar”, comenta Drª. Marina Buarque de Almeida, pneumologista pediátrica da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.

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Outro dado importante que agrava e complica a vida destes bebês é a exposição a fatores irritantes e poluentes intradomiciliares, como o cigarro. O tabagismo passivo causa irritação nas vias aéreas do bebê, deixando-o mais predisposto a contrair infecções, tornando-se um aditivo à lesão causada pelo tabaco. Estudos mostram que as crianças expostas ao tabagismo passivo têm mais infecções das vias aéreas que as demais.

Os mesmos vírus que causam infecções de menor gravidade, como os resfriados comuns nas crianças, também poderão ser grandes vilões dos pacientes asmáticos. Grande parte das crises de asma no outono está associada à infecção viral. Este mesmo paralelo pode ser feito aos bebês e lactentes que apresentam crises de chiado ou sibilância recorrente, possivelmente sem um diagnóstico definido do seu problema respiratório.


Ainda de acordo com a Drª. Marina, nesta época do ano, com o aumento do frio, as pessoas tendem a frequentar locais fechados, nos quais a circulação de ar não é adequada.

“É importante manter sempre a ventilação nas casas, nos quartos, nas salas de aula, berçários, creches, bufês infantis, shoppings, entre outros ambientes, para haver renovação do ar. Os pais devem manter a vigilância nas escolas e creches, e seguir estes mesmos cuidados em casa, onde a criança passa a maior parte do seu tempo”, adverte.


 Fonte: Acontece Comunicação e Notícia

domingo, 27 de maio de 2012

ÚLCERAS POR PRESSÃO COMO PREVENIR?


As úlceras de pressão ou escaras, como são conhecidas popularmente, são complicações em pacientes hospitalizados, internados em casas de repouso, asilos ou mesmo em ambiente domiciliar. Elas ocorrem, não somente no Brasil, mas, em outros países, até mesmo os mais desenvolvidos. Atingem principalmente indivíduos imobilizados no leito e/ou acamados ou com restrição de movimentos devido a alguma doença ou sequela.

As úlceras de pressão desenvolvem-se quando o tecido (pele) é comprimido entre a proeminência óssea e a superfície externa (cama, colchão) por um longo período de tempo. Acontece quando a pessoa permanece muito tempo acamada. Com o objetivo de facilitar a prevenção e o tratamento, as úlceras de pressão  são divididas em 4 estágios:

ESTÁGIO 1 - A pele fica muito avermelhada, mas intacta.
ESTÁGIO 2 - A pele fica lesada em forma de bolha, abrasão ou cratera.
ESTÁGIO 3 - A úlcera ultrapassou a pele, mas ainda não acometeu o músculo.
ESTÁGIO 4 - A úlcera ultrapassou outros tecidos, chegando aos músculos, tendões ou ossos.

COMO EVITAR?
Evitar as úlceras de pressão é um grande desafio para as equipes de saúde. É comum associarem a presença das úlceras como conseqüência negativa da assis­tência de enfermagem. Entretanto esta questão é discutida mundialmente, pois, o aparecimento das úlceras envolve outros fatores como:
Declínio das condições físicas do paciente;
Falência das condições nutricionais, ou seja, deficiência de vitaminas, proteínas, e água nos tecidos;
Idade, quando a pele torna-se mais frágil e propensa a desenvolver lesões;
Indivíduos muito emagrecidos ou muito obesos; entre outros.

MATERIAIS UTILIZADOS PARA O CONFORTO E SEGURANÇA DO PACIENTE
Colchão Pneumático movido a ar, que faz movimentos, aliviando a pressão da pele com a cama;
Coxins de Espuma, coxins de gel e bóias de ar: são materiais utilizados nas proeminências ósseas que ficam em contato com a cama;
Avaliação diária da pele durante o banho do paciente a fim de identificar o aparecimento de alguma lesão desde o início;
Mudança da posição do paciente com intervalos curtos a fim de aliviar a pressão nas áreas de atrito da pele com a cama e colchão;
Higiene para manter a pele limpa e seca, livre de possíveis descamações.


COMO TRATAR AS ÚLCERAS DE PRESSÃO?
No caso de falharem todas as medidas preventivas utili­zadas, tanto no atendimento hospitalar como no domiciliar, e a úlcera de pressão atingir o paciente, os tratamentos são os mais diversos e sempre devem ser feitos levando-se em consideração o paciente como um todo. Devem ser avaliados os fatores internos e externos que levaram ao aparecimento das lesões e trabalhar em conjunto com todos os profissionais que atuam para a saúde do paciente (enfermeiros, auxiliares de enfermagem, médicos, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes sociais e psicólogos).

As medidas para evitar as úlceras de pressão devem ser intensificadas nas instituições de saúde, pois quando elas ocorrem além de trazer sofrimento aos pacientes, aumentam os dias de internação e, como consequência, aumentam os custos da hospitalização. No ambiente domiciliar causam transtornos e gastos à família do paciente.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Refrigerantes aumentam o risco de infarto e outras doenças, diz estudo!


Bebida está ligada a aumento de peso e pressão, entre outros fatores.
Versão sem açúcar também pode ser prejudicial, segundo os autores.


Um estudo norte-americano concluiu que o consumo de refrigerantes aumenta o risco de doenças cardiovasculares, como o infarto. A situação é mais grave em relação às bebidas com açúcar, mas a versão dietética também apresenta o problema.


No estudo, as pessoas que bebem mais de um copo por dia de refrigerante com açúcar apresentaram maiores níveis de pressão sanguínea e de colesterol. Eles também consomem mais carne vermelha e laticínios integrais, que têm mais gordura, e fazem menos atividade física, em comparação com a média.O refrigerante está entre as principais fontes de açúcar da dieta. Pesquisas anteriores já haviam ligado o consumo a problemas como o ganho de peso, a diabetes e a pressão alta, que, por sua vez, são fatores de risco para o coração. A pressão alta, aliás, não é causada só pelo açúcar, mas também pelo sódio, que está presente na versão dietética.

Já o consumo de refrigerantes sem açúcar foi maior entre pessoas com alguma doença crônica – como, por exemplo, diabetes – e por obesos.
Os autores do estudo isolaram estes fatores que coincidiram com o maior consumo de refrigerantes e, ainda assim, encontraram relação entre a bebida e o risco cardiovascular.
A pesquisa foi feita com dados de estudos com profissionais de saúde dos Estados Unidos, que acompanharam mais de 120 mil pessoas ao longo das décadas de 1980, 1990 e 2000.
Os resultados obtidos pelos especialistas da Clínica Cleveland e da Faculdade de Medicina Harvard, em Boston, foram publicados pelo “American Journal of Clinical Nutrition”.

domingo, 15 de abril de 2012

Sete dores que não devem ser menosprezadas

Elas avisam: algo está errado. Mas preferimos pensar que vão passar depressa a procurar um médico. É aí que muitas vezes damos de cara com o perigo. Saiba como escapar de um engano.
por Débora Didonê | design Thiago Lyra



Levante a mão quem nunca se automedicou por causa de uma dor. É corriqueiro achar que ela é um mal passageiro, entupir-se de analgésico e esperar até ela se tornar insuportável para ir ao médico. Estudos indicam que 64% dos brasileiros tentam se livrar da sensação dolorosa sem procurar ajuda. Foi assim com a auxiliar de dentista Antônia Sueli Ferreira, 45 anos, de São Paulo. "Tomei muito remédio durante três meses por causa de cólicas fortíssimas e do que parecia ser uma lombalgia. Só depois fui ao médico. E então descobri que tinha um câncer colorretal. Tive de ser submetida às pressas a uma cirurgia. Por sorte, estou bem", conta. Segundo o cirurgião Heinz Konrad, do Centro para Tratamento da Dor Crônica, em São Paulo, "a dor é um mecanismo de proteção que avisa quando algo nocivo está acontecendo". A origem do malestar? Eis a questão — e, para ela, precisamos ter sempre uma resposta. "Na dúvida, toda dor precisa ser checada, ainda mais aquela que você nunca sentiu igual", aconselha o cardiologista Paulo Bezerra, do Hospital Santa Cruz, em Curitiba. Aqui, selecionamos sete dores que você nunca deve ignorar. 

Dor de cabeça 
Dos 10 aos 50 anos, ela geralmente é causada por alterações na visão ou nos hormônios — esta, mais comum entre as mulheres. E esses são justamente os casos em que a automedicação aumenta o tormento. "Isso porque, quando mal usado, o analgésico transforma uma dorzinha esporádica em diária", avisa o neurocirurgião José Oswaldo de Oliveira Júnior, chefe da Central da Dor do Hospital A.C. Camargo,  em São Paulo. Acima dos 50 anos, as dores de cabeça merecem ainda mais atenção: é que podem estar relacionadas à hipertensão

Dor de garganta 
Costuma ser causada pela amigdalite de origem bacteriana ou viral. "Se não for tratada, a amigdalite bacteriana pode exigir até cirurgia", alerta o otorrinolaringologista Marcelo Alfredo, do Hospital e Maternidade Beneficiência Portugues de Santo André, na Grande São Paulo. A do tipo viral baixa a imunidade e, em 10% dos casos, vira bacteriana. Portanto, pare de banalizar essa dor. Se ela parece nunca ir embora, abra os olhos: certos tumores no pescoço também incomodam e podem ser confundidos, pelos leigos, como simples infecções. 

Dor no peito 
"Quando o coração padece, a dor é capaz de se espalhar na direção do estômago, do maxilar inferior, das costas e dos braços", descreve o cardiologista Paulo Bezerra. Em geral, isso acontece quando o músculo cardíaco recebe menos sangue devido a um entupimento das artérias. "A sensação no peito é como a de um dedo apertado por um elástico. E piora com o estresse e o esforço físico", explica Bezerra. Não dá para marcar bobeira em casos assim: o rápido diagnóstico pode salvar a vida.

Dor nas pernas 
Muita gente não hesita em culpar as varizes — às vezes injustamente. "A causa pode ser outra", avisa a fisiatra Lin Tchia Yeng, do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Uma artrose, por exemplo, provoca fortes dores nos pés e nos joelhos. Se não for tratada, piora até um ponto quase sem retorno. "Em outros indivíduos a dor vem das pisadas", explica Lin. "É quando há um erro na posição dos pés ou se usam calçados inadequados." Sem contar doenças como hipotireoidismo e diabete, que afetam a circulação nos membros. "Há medicamentos específicos para resolver a dor nesses casos", diz a reumatologista Solange Mandeli da Cunha, do Centro de Funcionalidade da Dor, em São Paulo. 

Dor abdominal 
Uma dica: o importante é saber onde começa. Uma inflamação da vesícula biliar começa no lado direito da barriga, mas tende a se irradiar para as costas e os ombros. Contar esse trajeto ao médico faz diferença. "Se a pessoa não for socorrida, podem surgir perfurações nessa bolsa que guarda a bile fabricada no fígado", diz o cirurgião Heinz Konrad. Nas mulheres, cólicas constantes — insuportáveis no período menstrual — levantam a suspeita de uma endometriose, quando o revestimento interno do útero cresce e invade outros órgãos. "Uma em cada dez mulheres que vivem sentindo dor no abdômen tem essa doença", calcula a anestesiologista Fabíola Peixoto Minson, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. 

Dor nas costas 
A má postura e o esforço físico podem machucar a coluna lombar. "É uma dor diária, causada pelo desgaste físico e pelo sedentarismo", diz o geriatra Alexandre Leopold Busse, do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Conviver com o tormento? Essa é a pior saída. A dor nas costas, além de minar a qualidade de vida, pode escamotear o câncer no pâncreas também. "No caso desse tumor, surge uma dor lenta e progressiva", ensina a fisiatra Lin Tchia Yeng. Por precaução, aprenda que a dor nas costas que não some em dois dias sempre é motivo de visitar o médico. 

Dor no corpo 
Se ele vive moído, atenção às suas emoções. A depressão, por exemplo, não raro desencadeia um mal-estar que vai da cabeça aos pés. "O que dá as caras no físico é o resultado da dor psicológica", diz Alaide Degani de Cantone, coordenadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Saáude, em São Paulo. "Quem tem dores constantes aparentemente sem causa e que vive triste, pessimista, sem ver prazer nas coisas nem conseguir se concentrar direito pode apostar em problemas de ordem emocional", opina o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo. E, claro, essas dores que no fundo são da alma também precisam de alívio.