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domingo, 22 de janeiro de 2012

O que é Febre?


Febre é a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitas como indicadores de febre as temperaturas: retal acima de 38º C e Axilar ou oral acima de 37,5º C.

Como varia a temperatura normal.
Dentro de limites determinados e de fatores conhecidos podemos aceitar como normais variações segundo:

Idade
Antes de um ano de idade, a temperatura normal é maior do que a do adulto. A partir de um ano de idade, a temperatura tende a alcançar níveis semelhantes aos dos adultos. A diferença já é notável após o 6º mês de idade (0,5 ºC), acentua-se a partir do 2º ano alcançando a diferença máxima após o 6º ano de idade (0,9 - 1,1 ºC).
Ciclo circadiano
Segundo o momento do dia, a temperatura pode variar sendo mais baixa na madrugada (3 horas) e no início da manhã. Pode ser máxima no final da tarde (17 horas) e no início da noite. Sexo. No sexo feminino a temperatura é mais elevada do que no masculino, e apresenta variações segundo a fase do ciclo menstrual.

Atividade física e o meio ambiente

A temperatura ambiental elevada e o ambiente pouco arejado, além de atividade física intensa, podem determinar elevação da temperatura corporal.
Local de verificação da temperatura.
Temperatura retal é a mais elevada, a bucal é intermediária e a axilar a mais baixa quando medida nas mesmas condições. A temperatura axilar normal é (36,5 ºC pela manhã a 37,2 ºC à tarde), sendo a temperatura bucal aproximadamente 0,5 ºC maior do que a axilar e a retal 0,8 a 1º C superior à axilar, podendo a temperatura retal atingir 37,8 ºC e mesmo 38,2 ºC.

Principais Causas da Febre 
 
  • Infecção

  • Câncer

  • Reação alérgica

  • Distúrbios hormonais Emocional.

  • Exercício excessivo, especialmente em temperaturas elevadas.

  • Doenças auto-imunes

  • Exposição excessiva ao sol

  • Uso de certas drogas

  • Lesão do hipotálamo

  • Doenças auto-imunes

  • Exposição excessiva ao sol

  • Uso de certas drogas

  • Lesão do hipotálamo

Qual é o mecanismo da febre?
O organismo mantém sua temperatura regulada através de um centro termorregulador, localizado no hipotálamo anterior. Este centro que funciona como um termostato, busca o equilíbrio entre produção e perda de calor, prioritariamente pela perda de calor, visa à manutenção estável da temperatura interna em torno de 37 ºC. Na febre, o termostato é reajustado sendo a termorregulação (set point) reajustado para um nível superior.

Como se produz a febre.
Por ação de partículas infecciosas ou não, (pirógenos exógenos) as células fagocíticas são induzidas a produzir substâncias de natureza protêica (pirógenos endógenos). Os pirógenos externos,por sua vez, estimulam a produção de prostaglandinas. As prostaglandinas atuam no centro termorregulador, elevando o patamar de termorregulação (set point), tendo como resultado o surgimento da febre. A febre deve ser distinguida da hipertermia. Na hipertermia há aumento da produção ou diminuição da perda de calor, sem alteração do set point, alteração esta que ocorre nos casos de febre.

Quando a febre, em si, é prejudicial ou benéfica ao organismo?
A febre é prejudicial.
Ao aumentar o consumo de oxigênio a febre pode causar diminuição do rendimento cardíaco, isto só tem relevância em situações de comprometimento pulmonar intenso ou cardíaco grave. Em crianças, geneticamente predispostas, com idade de seis meses a três anos, a febre pode desencadear convulsão. As convulsões febris não acarretam risco de lesão cerebral. A febre alta só pode causar lesão cerebral quando a temperatura ultrapassa 41,7 ºC, o que não ocorre na prática. A febre pode se associar a outros sintomas que causam desconforto: dor muscular, irritabilidade, mal-estar, astenia e anorexia, entre outros.

A febre como aliada.
Existem evidências de que temperaturas elevadas estão associadas ao estímulo da atividade imunitária e à redução da reprodução tanto de vírus como de bactérias.

Fonte: www.abcdasaude.com.br



Com o Termômetro Dual Mode Microlife você pode medir em apenas 03 segundos a temperatura corporal por infra vermelho, a medção pode ser feita pela testa ou pelo canal auricular. O aparelho permite ainda medir a temperatura ambiente, do banho e até mesmo da mamadeira!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Musculação reduz pressão arterial em hipertensos, diz estudo


Portadores de hipertensão que realizaram treinamento de força (musculação) conseguiram reduzir a pressão arterial a níveis semelhantes aos obtidos por meio de medicamentos, revela uma pesquisa da USP. O estudo comprova que o treino de força é seguro para os hipertensos, desde que com acompanhamento médico e de profissionais de atividade física

O trabalho também mostrou que a redução da pressão permanece por até quatro semanas após a interrupção do treinamento. 

A pesquisa com hipertensos faz parte da pesquisa de Doutorado em Biofísica de Newton Rocha Moraes, realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), orientada pelo professor Ronaldo Carvalho e co-orientada por Reury Bacurau, professor do curso de Ciências da Atividade Física da EACH. “Na literatura científica há vários estudos que mostram o efeito positivo do exercício aeróbio, como corridas e natação, no controle da pressão”, diz Bacurau, “mas o benefício da musculação era pouco conhecido”.

Participaram do estudo 15 homens com hipertensão moderada, que utilizavam medicação, com média de idade em torno de 46 anos. Durante seis semanas antes do início do treinamento, com supervisão médica, os medicamentos foram gradativamente retirados. “Os pacientes eram examinados periodicamente e não tinham nenhuma outra doença crônica, como diabetes”, aponta o professor da EACH. Os exercícios foram realizados durante 12 semanas, trabalhando sete grupos musculares (abdômen, pernas, parte interna e externa das coxas, ombros, biceps e tríceps) três vezes por semana, em dias não consecutivos.
Exercícios de força, como a musculação, ajudam a manter a saúde arterial:

“Apesar do treino ser o mesmo que é voltado para iniciantes, os participantes realizavam musculação convencional, ou seja, três séries em cada aparelho com carga moderada, e não em circuito, mudando de aparelho a cada série, com carga baixa”, ressalta Bacurau. Com o treinamento, a média de pressão dos pacientes, que era de 153 milímetros (sistólica, associada ao bombeamento de sangue pelo coração) e 96 milímetros (diastólica), caiu para 137 milímetros (sistólica) e 84 milímetos (diastólica). “A redução está no mesmo patamar que é obtido com a medicação”, destaca o professor.
Redução
De acordo com Bacurau, esperava-se uma redução média da pressão em torno de 5 milímetros, o que já seria considerado um resultado satisfatório. “No entanto, esse indice foi de aproximadamente 13 milímetros, o que comprova o efeito positivo do treinamento de força”, observa.
Depois do final do período de treino, os pacientes foram acompanhados durante quatro semanas. “Verificou-se que eles mantinham o mesmo efeito de queda da pressão registrado durante o tempo de realização dos exercícios”, afima o professor da EACH. “Este resultado é importante, porque serve como estímulo ao hipertenso a continuar com a musculação, ajustando o treinamento às suas necessidades de vida”.
A pesquisa também mostrou que os participantes tiveram aumento da força física e da flexibilidade. “Há uma tendência de que a pressão aumente conforme a idade, numa fase em que as pessoas tem mais dificuldade para se movimentar e menos força para executar até tarefas simples”, afirma Bacurau. “Antes se acreditava que a musculação poderia ser perigosa para os hipertensos pelo risco de problemas cardíacos, mas hoje as pesquisas mostram seu potencial na redução de problemas cardiovasculares”.
O professor recomenda que as pessoas interessadas em fazer treinamento de força procurem orientação de médicos e profissionais de atividade física. “O ideal é fazer mais de um tipo de exercício, realizando também atividades aeróbias, que já tem efeito comprovado no controle da pressão arterial, além de outros benefícios”, conclui.

Fonte: JB On line

Cirrose Hepática


Cirrose hepática é uma condição relativamente comum em países desenvolvidos tão bem quanto em países em desenvolvimento corresponde à substituição das células normais do fígado por um tecido de fibrose (material amorfo, sem vida e função).
A cirrose pode ocorrer devido a inúmeros fatores, incluindo hepatites virais crônicas (vírus B e C), abuso de álcool, síndrome metabólica (esteatohepatite; inflamação do fígado, por infiltração de gordura), doenças autoimunes e, mais raramente, doenças metabólicas de origem hereditária.
É uma condição crônica de evolução lenta, porém, atingindo o fígado neste estágio de doença, ela é irreversível e suas complicações podem tornar-se fatais. Cirrose hepática é a 8ª causa de óbito, no mundo ocidental, em indivíduos entre 15 e 59 anos de idade, ou seja, na juventude e maturidade.
O que mais nos preocupa é a constante luta que travamos entre o triste desfecho da doença e a reflexão tardia dos pacientes a respeito de hábitos que contribuíram para a ocorrência. Um paciente cirrótico com hemorragia digestiva por varizes esofagianas, com ascite (barriga d’água) e encefalopatia terá uma única chance no transplante de fígado, difícil e demorado. Muitos vão a óbito na fila de espera.
Razoável seria prevenir a doença e suas complicações.
A vacinação da hepatite  B, o tratamento do vírus C, o uso moderado e menos frequente do álcool e o combate a esteatose hepática através de dieta adequada, controle do peso, da glicemia e dos lipídios sanguíneos são todos factíveis, menos oneráveis e passíveis de realizar-se.
O mundo moderno é o mundo da prevenção. Caso já tenham evoluído para a cirrose, ainda assim, deveriam prevenir e evitar suas complicações.
José Galvão-Alves é médico, membro da Academia Nacional de Medicina 

Fonte: jb online

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Relax Medic - A Beleza de viver bem!


Os principais lançamentos do mundo em produtos de relaxamento e bem-estar ao seu alcance. Jornada de trabalho estendida e acúmulo de tarefas em geral configuram uma rotina desgastante para a grande maioria dos brasileiros. A Relaxmedic foi criada tendo este panorama como foco, e especializou-se em produtos de massagem para aliviar as tensões acumuladas que comprometem a produtividade no dia a dia.
A trajetória da empresa começou em 1994, quando o primeiro produto, o assento ortopédico chamado Doutor Coluna, ainda era de fabricação própria. O volume de negócios cresceu gradativamente e em 2003 a Relaxmedic importou os dois primeiros contêineres de diferentes peças dos Estados Unidos para expandir o leque de produtos oferecidos.

Hoje estão entre os 10 principais importadores de uma das maiores fábricas de artigos de massagem da China, oferecendo ao público brasileiro o que há de mais avançado em tecnologia para proporcionar momentos de relaxamento no conforto do lar.
Para atender a todo o Brasil por meio de uma grande estrutura: a sede em São Paulo, que concentra a central administrativa e financeira, além das áreas de manutenção e assistência técnica. Um galpão de 10.000m².  em Vitória (ES) funciona como um canal de distribuição.

São mais de 30 produtos, entre sofisticadas poltronas e Massageadores portáteis que além de práticos são acessíveis a um público muito maior. Assentos, esteiras, encostos e aparelhos umidificadores completam o catálogo preparado exclusivamente para diminuir as tensões daqueles que buscam uma maior qualidade de vida..












quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Você está na mira da indústria do tabaco há muito tempo


Uma grande parcela do investimento em marketing feito pela indústria do tabaco é direcionada a atrair crianças e adolescentes. Além de embalagens coloridas e com designs elaborados, a indústria introduziu uma ampla variedade de aromas e sabores atraentes, capazes de mascarar o gosto amargo de todos os produtos derivados do tabaco. Ao torná-los mais atraentes e agradáveis ao paladar ou com maior potencial de causarem dependência, esses aditivos aumentam, consequentemente, a possibilidade de causar danos à saúde.
Os aditivos estão nos cigarros, charutos, tabaco sem fumaça,kreteks, bidis e narguilé. Açúcar, mel, cereja, tutti-frutti, menta, baunilha e chocolate, entre outros sabores, visam mascarar tanto o gosto ruim do tabaco, quanto a irritação e a tosse que sua fumaça provoca; e, assim, facilitar a primeira tragada e o desenvolvimento da dependência à nicotina. Vários estudos indicam que os adolescentes são especialmente vulneráveis a esses efeitos e têm maior probabilidade que os adultos de ficar dependentes do tabaco. Muitos dos aditivos, inclusive o açúcar, ao serem queimados durante o ato de fumar, se transformam em substâncias altamente tóxicas e cancerígenas.

O único objetivo da indústria ao acrescentar sabores e aromas ao tabaco é atrair você.

Cuidado com as armadilhas!

E aí? Você tem liberdade de escolha ou não?

Fonte: INCA