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domingo, 2 de setembro de 2012

Osteoporose - Prevenção é o remédio


A perda de massa óssea, ao longo dos anos, pode comprometer a qualidade de vida na maturidade. Portanto, é preciso combatê-la - um caminho é uma dieta rica em Cálcio.



Silenciosamente, sem apresentar nenhum sintoma, a osteoporose vai deixando os ossos porosos e, por isso, quebradiços. Tão frágeis que um simples espirro ou um abraço mais apertado podem trincar uma vértebra. As quedas, então, trazem conseqüências dolorosas, como fraturas no colo do fêmur, no quadril ou no pulso. Segundo pesquisa realizada pela International Osteoporosis Foundation (IOF), uma organização mundial dedicada à luta contra a doença, o problema já atinge 10 milhões de pessoas no Brasil. E, em função de suas conseqüências, principalmente complicações advindas de fraturas ósseas, apresenta uma média de mortalidade de 200 mil pessoas todos os anos.
O estudo revela ainda que as fraturas vertebrais são as mais comuns e levam à diminuição da estatura, pois, apesar de serem pequenas e imperceptíveis, provocam o esmagamento das vértebras, arqueando as costas e formando uma corcunda. Mas as informações mais preocupantes são sobre as fraturas de quadril, já que aproximadamente 1/3 dos pacientes com este problema morre no prazo de um ano. Mesmo assim, segundo o relatório, e até porque é uma enfermidade sem sintomas aparentes, cerca de 80% dos pacientes abandonam o tratamento antes do primeiro ano.

A doença atinge 10 milhões de pessoas no Brasil e a mortalidade ocorre em conseqüência de complicações advindas das fraturas ósseas.

O X da questão

Para se ter idéia da gravidade do problema, só nos Estados Unidos a osteoporose é responsável por 1,5 milhão de fraturas por ano - 300 mil de quadril, 700 mil vertebrais, 250 de punho e 250 mil de colo de fêmur, para citar as mais graves e que chegam a ser fatais em 20% dos casos, segundo o National Institutes of Health Osteoporosis. Mas os efeitos devastadores desta enfermidade só foram conhecidos nas últimas décadas, já que sua incidência é proporcional ao aumento da expectativa de vida. Como a população do mundo inteiro está envelhecendo, o problema vem aparecendo mais. E, com ele, os esforços para evitar que o mal se instale nas pessoas com predisposição, reverter o quadro e até estacionar a doença.
O investimento na saúde deve começar cedo. Mais precisamente a partir dos sete anos, quando ocorre um pico de massa óssea volumosa. Nessa fase, o consumo de itens ricos em cálcio, como leite, queijo e iogurte, e a prática regular de exercícios físicos favorecem a formação de ossos mais resistentes e, portanto, menos expostos aos riscos da doença. Mas por toda a vida, independente da idade ou na presença ou não de osteoporose, é preciso ter uma alimentação equilibrada e rica em cálcio, além de incluir atividades físicas na rotina.
A recomendação é de que, no mínimo, seja consumido 1g de cálcio todos os dias. Isso eqüivale a três copos de leite ou de derivados, como iogurte, coalhada ou queijos diversos. Para quem sofre de algum tipo de intolerância ao leite, outros alimentos ricos em cálcio, juntamente com suplementos indicados pelos médicos, podem dar conta do recado. Algumas importantes fontes de cálcio são: vegetais verde-escuros, como couve, agrião, brócolis, rúcula; leite de soja ou tofu; sardinhas e salmão. Ovos, legumes, frutas secas e grãos integrais, embora em menos quantidade, também entram na lista.

Segundo a endocrinonogista Marise Lazaretti Castro, também é recomendado, para os muito magros, seguir uma dieta mais calórica e até engordar um pouquinho, de preferência ganhando massa muscular. "Uma outra medida importantíssima é tomar banho de sol todos os dias. Deve-se ficar com pernas e braços expostos ao sol direto por 15 a 20 minutos. Essa atitude ajuda na elaboração da vitamina D na pele, que também auxilia na fixação do cálcio no osso. Mas atenção: os raios solares precisam incidir diretamente na pele, não pode ser através de vidros", explica.

Pessoas que se enquadram na lista de possíveis portadoras da doença nunca devem esquecer de três importantes aspectos: Tomar sol, ter alimentação rica em cálcio e praticar uma atividade física.

Como tudo começa

No tecido ósseo existem células formadoras (osteoblastos) e células que reabsorvem (osteoclastos) esse tecido e elas estão nesse processo contínuo na maior parte de nossa vida. "Entre os 40 e 50 anos, lentamente, começam a ocorrer perdas ósseas, o que é considerado normal. Quando a mulher entra na menopausa e os ovários param de produzir hormônios sexuais, principalmente o estrógeno, a perda se acentua. Já no homem, este processo é menos dramático, porque, na maioria das vezes, a produção dos hormônios sexuais diminui mais devagar. Em alguns pacientes a perda de massa óssea pode ser tão intensa que se estabelece a ostopenia, que é o primeiro estágio da doença, mas ainda não existe risco de fraturas. Porém, o tratamento é imprescindível para estacionar as perdas e, se possível, ganhar até um pouco mais de massa óssea. Se o tratamento não for seguido como o recomendado, o próximo passo será a osteoporose", explica o endocrinologista Antonio Carlos do Nascimento.
Sem controle do problema, as fraturas são inevitáveis e costumam seguir uma seqüência com o passar do tempo. "Primeiro acontecem as de punho, pelo esforço numa queda para se apoiar, que ocorrem de 5 a 10 anos depois da menopausa. A seguir, as mais comuns e dolorosas, são as vertebrais. Só mais tarde, em geral em torno dos 75 anos de idade, o risco é de fraturas do colo do fêmur", explica a endocrinologista Marise Lazaretti Castro, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

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