O modelo deve ser confortável e ter o peso adequado à criança.
Ao escolher a mochila para o início das aulas, os pais devem procurar modelos confortáveis e com peso específico para o tamanho da criança. Essa é a principal recomendação do ortopedista Maurício Póvoa Barbosa, membro da Sociedade Brasileira de
Ortopedia e Traumatologia.
Para ele, os modelos de rodinhas são mais indicados para crianças de até seis ou sete anos, pois permitem carregar um pouco mais de peso e se adequam a altura do estudante.
- Esses modelos permitem carregar até 20% do peso da criança, mas é importante considerar o ambiente da escola. Se tiver escadas, ela precisará reduzir a quantidade de material.
Além disso, é preciso alternar os braços na hora de carregar, pois isso muda a intensidade de contração nos músculos e evita dores.
No caso das crianças maiores, que já usam modelos pendurados nas costas, o ideal é reduzir mais ainda o peso.
- A mochila de alças deve ter 10% do peso da criança. Isso significa que se um menino pesa 40 quilos, seu material precisa ter, no máximo, 4 quilos.
O ortopedista indica modelos com alças largas e acolchoadas, que devem ser ajustadas de modo que a mochila fique bem justa na coluna, garantindo a distribuição correta do peso.
O que levarO começo do ano é a época mais complicada para as crianças, pois elas ainda não sabem ao certo quais materiais vão precisar e também se empolgam em mostrar tudo o que compraram aos colegas. Por isso, Barbosa recomenda aos pais fiscalizarem diariamente a organização do material.
- Certifique-se se na escola não há um espaço para deixar dicionários e livros que não são usados diariamente. Isso reduz muito o peso da mochila. Se não for possível, vale ficar de olho no cronograma de aulas e garantir que os estudantes não levem mais coisas do que vão precisar no dia.
Fonte: www.noticias.r7.com
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domingo, 29 de janeiro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
Persistência é a chave para perder peso e se manter assim
A mudança de comportamento, base da perda de peso saudável e bem sucedida, leva 3 meses para se estabelecer.
Perder peso é uma das resoluções do ano-novo mais comuns, mas mudar comportamentos de longa data é uma habilidade em si, dizem especialistas.
No entanto, para eliminar quilos indesejados e manterem-se assim, as pessoas precisam estar prontas para enfrentar alguns reveses e continuar tentando, lembra Jessica Bartfield, especialista em medicina interna e emagrecimento no Gottlieb Memorial Hospital - que faz parte do Sistema de Saúde da Loyola University.
"As pessoas precisam de uma motivação para perder peso e do ano que começa é uma oportunidade para isso", diz Bartfield em um material de divulgação da universidade.
"A mudança de comportamento é a base da perda de peso saudável e bem sucedida. E ela leva cerca de três meses para se estabelecer " ressalta a especialista.
"Quando aprende a andar de bicicleta, você espera que cair algumas vezes e está preparado para tentar novamente. Com a perda de peso você precisa ter a mesma expectativa", explica ela. Bartfield dá algumas dicas para ajudar a perder peso e se manter na meta:
1- Jamais pule o café da manhã. "Comer dentro da primeira hora após o despertar pode impulsionar o metabolismo em até 20% para o resto do dia", diz Bartfield. "Comer algo é melhor do que comer nada, mas o ideal é tentar incorporar proteínas à refeição, para ter ‘combustível' por mais tempo."
2 - Verifique seu peso semanalmente. "Monitorar o peso a cada semana proporciona ideia bem precisa do quanto o peso oscila (ou não) e ajuda a dar o alerta precoce sobre qualquer recuperação do peso, o que permite ajustar os comportamentos de acordo com essa realidade", diz Bartfield.
3 - Faça uma hora de exercícios por dia, todos os dias. "Varrer a casam usar as escadas, ir a pé para o trabalho - não é preciso correr na esteira feito um hamster por 60 minutos. Faça três caminhadas vigorosas de 20 minutos ou compile uma hora com base em diversas atividades feitas ao longo do dia" aconselha a médica.
4 - Limite o tempo de TV a menos de 10 horas por semana. "Muita gente argumenta que não tem tempo para fazer exercício, mas quando eu peço para elas contarem a quantidade de horas que passam assistindo televisão ou navegando na web, eles sempre acabam encontrando o tempo para atividades em que se movam em vez de ficar sentado, conta Bartfield.
5 - Conte tudo o que fizer de atividade física. Estacione o carro mais longe, use as escadas, altere manualmente os canais da televisão - são todas maneiras simples de obter mais atividade física. "Anote tudo o que fizer ao longo do dia, mas seja honesto" orienta Bartfield. "Adotar um Pedometro também pode ajudar a documentar e acompanhar o seu progresso com mais precisão."
6 - Mantenha o controle das calorias ingeridas ao longo do dia e nunca subestime a quantidade de calorias que você consome a cada refeição.
7 - Defina metas claras e realistas. Evite definir objectivos vagos, eles devem ser específicos e atingíveis. Um bom começo é tentar perder 10% do peso corporal, Bartfield recomenda.
8 - Seja consistente. "Coma em intervalos regulares, sete dias por semana", ensina a médica. "Ser ‘bozninho' durante semana e enfiar o pé na jaca no fim de semana cria um ciclo prejudicial que desencoraja a perda de peso."
9 - Tenha um plano para quando os reveses vierem. "Quando você aprende aprende um esporte ou começa a tocar um instrumento musical, comete erros e tem um instrutor experiente - às vezes vários - para ajudar a corrigir os erros e evitar que eles se repitam. Convoque um amigo de confiança ou se inscreva em um programa que ensine a dominar as principais regras da perda de peso", disse Bartfield
Fonte: www.midianews.com.br
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Fique atento: vacinas infantis serão alteradas a partir de Agosto / 2012
Agora a vacina tetravalente passa a ser pentavalente
e as primeiras doses contra poliomielite passam
a ser injetáveis.
e as primeiras doses contra poliomielite passam
a ser injetáveis.
As mudanças no calendário básico de vacinas estão previstas para começar a partir de agosto deste ano. A vacina tetravalente que a criança toma aos dois e aos quatro meses de idade passa a ser pentavalente. Ou seja, uma vacina passa a agregar mais componentes. Antes ela prevenia Coqueluche, Difteria, Tétano e Meningite, agora passa a prevenir também a Hepatite, logo a criança passará a tomar apenas uma vacina.
De acordo com a enfermeira sanitarista do Programa de Imunização da Secretaria de Saúde do Estado, Lúcia Helena Bisetto, “esta é uma tendência, se é possível agregar mais componentes na mesma vacina a criança pode tomar menos injeções, causa menos dor, menos trabalho e também reduz o gasto com materiais”, explicou.
Poliomielite - Já a vacina contra Poliomielite, que a criança toma as duas primeiras doses aos dois e quatro meses de idade via oral, passa a ser injetável. As duas doses seguintes que são tomadas aos seis e aos 18 meses de vida continuam sendo orais.
Esta mudança acontece porque, de acordo com Bisetto, o ministério da Saúde está se antecipando contra os casos de poliomielite. “A poliomielite já foi erradicada nas Américas, o quadro clínico no Brasil é totalmente diferente do que era há 25 anos, hoje nós estamos numa fase que já dá para fazer esta mudança”, disse.
A enfermeira explicou que como as duas primeiras doses da vacina atualmente são aplicadas com o vírus vivo e milhares de crianças são vacinadas diariamente, pode acontecer de um organismo desenvolver a doença por causa da vacina. Ainda não foram registrados casos desse tipo, mas a prevenção já começará a ser feita.
A vacina passa a ser injetável porque desta forma o vírus estará morto, e não há rico algum de a criança desenvolver a doença. As duas doses seguintes continuam iguais porque o organismo já desenvolveu anticorpos necessários.
É válido lembrar que estas mudanças no calendário básico só começarão acontecer a partir de agosto, até agora ainda não existe nenhum documento oficial. Todas as crianças que forem vacinadas neste período de janeiro a agosto ainda estarão sob o sistema atual de vacinação.
Ministério da Saúde manda carta de avaliação para internados pelo SUS
Ministério da Saúde manda carta de avaliação para internados pelo SUS
Para saber o que os brasileiros acham do Sistema Único de Saúde, o Ministério da Saúde decidiu enviar um questionário para pessoas que passaram por tratamento e internação, no SUS.
O Ministério da Saúde começou a enviar para a casa de pacientes que ficaram internados uma carta que vai avaliar a qualidade do atendimento do SUS.
O empresário Pedro Viana Freitas se machucou em um acidente de moto e ficou 15 dias no hospital. Foi um dos primeiros a receber a carta hoje de manhã, em Curitiba. “É uma questão de cidadania. Você tem que responder para que as coisas melhorem. Não adianta só reclamar”.
São cinco perguntas sobre: instalações hospitalares, médicos, enfermeiros, a maneira como o paciente foi tratado e se ele indicaria o hospital para um amigo ou familiar. O formulário dá cinco opções de respostas: de muito bom a muito ruim.
Além do questionário, a carta traz as datas de entrada e de alta, o motivo e o custo da internação para o paciente conferir se está tudo certo.
As partir da opinião de cada paciente, o Ministério da Saúde diz que vai ser possível saber se os recursos enviados para os hospitais estão sendo utilizados de maneira correta e garante que vai tomar providências se descobrir irregularidades.
“De seis em seis meses, nós teremos relatórios de avaliação. Isso vai servir para o Ministério da Saúde poder, inclusive, incentivar aqueles hospitais que tratam bem as pessoas, que tem qualidade de atendimento, e poder fazer ações em hospitais que tenham baixa qualidade de atendimento”, afirma Alexandre Padilha, ministro da Saúde.
Por mês, o SUS interna um milhão de pessoas. Quem consegue uma vaga, como a dona de casa Aurora Mora, fica aliviado. “Tem muita fila por aí. Só vê filas e filas, mas no caso da minha mãe eu só tenho a agradecer”.
Quem ainda está na fila, para dar o primeiro passo na marcação de uma consulta, diz que não pouparia criticas se fosse responder a carta. “Não tem nem como eu te falar. Porque só pela carta eu ia responder mesmo”, reclama a paciente.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Qualidade de vida: ela interfere na hora de escolher a profissão?
Psicóloga explica que tudo começa com a liberdade de escolha, que aumenta as chances de se ter qualidade de vida.
A qualidade de vida é um dos principais focos de preocupação dos profissionais. Equilibrar vida profissional e pessoal, ser menos sedentário e evitar o estresse são objetivos constantes dos trabalhadores. Mas será que a preocupação com a qualidade de vida já deve ser levada em consideração desde o início, ou seja, quando o jovem ainda está escolhendo para qual profissão deseja dedicar os anos ativos de sua vida?
A psicóloga clínica e consultora profissional Margarida Chagas explica que tudo começa com a liberdade de escolha, ou seja, se o jovem puder optar por qual profissão deseja seguir, as chances de ter uma vida profissional com qualidade serão muito maiores.
“Poder escolher já quer dizer que ele está em um processo de qualidade de vida”, diz Margarida. Na prática, quando as pessoas escolhem a profissão de que realmente gostam, terão mais prazer em executá-la, e, portanto, serão mais felizes e bem-sucedidas. E é isso um dos elementos que configuram a qualidade de vida.
Qualidade de vida versus carga horária de trabalho
Não deixar que fatores como a remuneração o influencie na tomada da decisão também é importante. Quanto você vai ganhar deve, sim, ser considerado, mas não deve ser o elemento fundamental, mesmo porque, se optar por uma carreira que aparentemente traz bons retornos financeiros, mas sem ter afinidade com ela, o profissional não vai conseguir se dedicar, o que possivelmente vai limitar os ganhos.
De que outras formas a qualidade de vida deve ser ponderada na hora de escolher uma carreira? Margarida explica que, se um estudante está na dúvida se segue ou não a carreira de Medicina, por exemplo, pois essa profissão é largamente conhecida por exigir que o profissional esteja sempre disponível, ele deve ponderar alguns fatores.
Primeiro, se está em dúvida pela carreira porque ela vai exigir muito trabalho, “talvez não esteja tão definido profissionalmente”, diz Margarida. Em segundo lugar, qualidade de vida não deve ser confundida com carga horária de trabalho. Qualidade de vida não é sinônimo de trabalhar pouco, mas sim de estar realizado em uma determinada profissão.
Na prática, se você deseja ter qualidade de vida na sua vida profissional, não pense que optar por uma carreira que não exija muito em termos de carga de trabalho é o caminho para atingir essa situação. Se você, por exemplo, valoriza muito seus finais de semana, mas a carreira que você gostaria de seguir é conhecida por exigir que se trabalhe aos sábados e domingos, lembre-se de que, dentro de cada profissão, há vários campos de atuação.
Isso quer dizer que, seguindo uma mesma profissão, você pode encontrar tanto oportunidades em que dificilmente trabalhará aos finais de semana, como outras em que terá de trabalhar em praticamente todos eles. Um outro exemplo é quando a mesma profissão exige muitas viagens ou nenhuma, dependendo da empresa e da área que você seguir. “O mais importante para se obter qualidade de vida é fazer o que você gosta”, finaliza Margarida.
Fonte: www.administradores.com.br
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