Entre em contato:

What'sApp: (21) 979640613
E-mail: atendimento@shopmedical.com.br
Visite nossa loja: www.shopmedical.com.br

sábado, 5 de outubro de 2013

Luxação do Cotovelo

Sintomas
Esta luxação, bastante rara,
 resulta de uma queda sobre a mão, com o antebraço em ligeira flexão em relação ao braço. A dor é imediata e lancinante. O cotovelo fica muito rapidamente deformado ao nível da sua região posterior. No cúbito, que deslizou por baixo e por três do úmero, forma-se uma tumefacção. O braço pende ao longo do corpo, com o antebraço no prolongamento do braço.
Pessoas mais em risco 
Desportistas (equitação, ciclismo, judo) e vítimas de acidentes rodoviários. Rara em pessoas sedentárias ou idosas. 

Porque dói? 
A dor é provocada pelo estirarnento da bainha fibrosa que envolve a articulação e a ruptura dos ligamentos que reforçam essa estrutura. A luxação mais normal é fi que diz respeito à articulação úmero-cubital (entre o úmero e o cúbito). A luxação está muitas vezes associada a uma fractura do cúbito, pelo que a dor pode também resultar da fractura.
O que pode fazer?
Não tente nada para reduzir a luxação (isto é, repor a articulação no lugar), pois as complicações podem ser mais graves que a própria luxação. 
Aplique gelo envolvido num pano sobre o cotovelo para aliviar a dor.
 
Dirija-se às urgências do hospital da sua área.
Que tratamentos?
Cirurgia, ortopedia e cinesiterapia 
O tratamento é estritamente ortopédico. Após verificação  através de raios X de que não há fractura, os ossos são realinhados sob anestesia geral no bloco operatório. O internarnento dura 24 a 48 horas. O braço fica imobilizado por um
 dujarrier (flectido a 90º) durante 15 dias e a reabilitação  dura 1 mês a 45 dias.
Depois da redução, o doente não sente dor em repouso. Todavia, para evitar as dores durante os exercícios de reabilitação, o médico poderá prescrever um antálgico antes de cada sessão.
As outras medicinas 
Acupunctura 
É uma ajuda importante nas luxações recidivantes.
Osteopatia 
Em período de consolidação e de reabilitação, a osteopatia intervém de modo benéfico. As técnicas funcionais (jones, crânio-sagrada, fascias) actuam sobre a microcirculação local e a drenagem venosa e linfática. Os resultados são irregulares.
Que prevenção? 
Não há quase recaídas neste tipo de luxação. A prevenção da dor passa pela qualidade e a duração da reabilitação, que visa e recuperação total da fisiologia do cotovelo (fazem-se em geral 30 sessões).


UMIDADE UMA DAS CAUSAS DA SUA ALERGIA!



O cheiro de mofo invadindo ambientes não é apenas incômodo, mas prejudicial à saúde. Em uma cidade já naturalmente úmida como Fortaleza, o bolor se intensifica no período chuvoso e facilita a proliferação de fungos, ácaros e, conseqüentemente, alergias e infecções respiratórias.

Prova disso é que o Ministério da Saúde estima que a asma é considerada a quarta causa de hospitalização em unidades de saúde, representando gastos de mais de US$ 76 milhões pelo Sistema Único de Saúde (SUS) durante o ano. Fora isso, até 36,5% dos pacientes alérgicos podem ser sensíveis ao mofo.

O problema se agrava porque, na avaliação da alergologista Lorena Madeira, presidente da Associação Brasileira de Asmáticos (Abra) Regional Ceará, a umidade na cidade aumenta exageradamente com as chuvas. Além disso, a médica acredita que casas e prédios não estão preparados para evitar mofo e infiltrações.

A conseqüência é direta para quem passa muitas horas em ambientes com cheiro de mofo, o que provoca irritabilidade nas vias aéreas, principalmente em pacientes com alguma imunodeficiência. “Quem já teve tuberculose e tem cavidade no pulmão fica mais propenso, assim como portadores de doenças alérgicas e respiratórias, como rinite e asma”, ressalta.

De acordo com Lorena Madeira, o mofo facilita a proliferação de ácaro e, por conseqüência, a incidência de alergias. A inalação piora, por exemplo, a rinosinusite alérgica, que afeta uma média de 20% a 25% da população, e a asma, que atinge em geral 10% das pessoas.

Mas não é só o mofo que piora essas alergias. O contato com epitélio de animais domésticos e de baratas, com fumaça de cigarro e cheiro forte de tinta, perfume e material de limpeza, por exemplo, também agrava a situação e pode provocar inflamação nos brônquios e nas vias aéreas (nariz, faringe, laringe, traquéia).

“O paciente alérgico é hipersensível. Pouca coisa desencadeia a crise. É preciso entender que a alergia é uma doença crônica e que não se pode automedicar”, enfatiza a médica. Por outro lado, com tratamento e acompanhamento adequados, mesmo que a crise apareça, ela tende a ser mais leve se for bem administrada. “O paciente que mais sofre nessa época do ano é que o que não faz acompanhamento e não faz uso de medicação preventiva”, completa.

É possível até, diz a alergologista, que a doença nem se manifeste em pessoas que têm acompanhamento adequado. O mito de que medicamentos para alergia causam aumento de peso, segundo Lorena, está ligado à automedicação.

“Ninguém nasce alérgico”, sintetiza a médica. O que ocorre é que a pessoa pode ter uma predisposição genética à alergia, o que pode levar ao problema aparecer mais cedo. Lorena Madeira avisa que, normalmente, a alergia surge aos dois anos de idade.

Outro fator inerente ao período é a luminosidade e ventilação dos ambientes. O maior erro é, na tentativa de evitar mofo, fechar portas e janelas. Isso, na verdade, aumenta a proliferação de fungos, ácaros e quadros virais. Em uma alérgico, por exemplo, a presença de uma gripe é bem mais severa do que em uma pessoa que não tem alergia.

Se alguém não alérgico gripa, fica bom em sete, no máximo dez dias. Mas em uma pessoa alérgica, uma simples gripe pode desencadear rinite, asma. “O quadro viral fica mais complicado, aparece obstrução, produção de muco, dispnéia, falta de ar”, informa. 





domingo, 31 de março de 2013

Seu Bebê sofre com cólicas? Conheça mais sobre este assunto:


Se o seu bebê nunca sofreu com as famosas (e temidas) cólicas, sinta-se uma mãe privilegiada. A dor abdominal atinge 75% dos bebês nos primeiros três meses de vida e vem sempre no mesmo horário, geralmente no início da tarde ou durante a noite. E traz desespero para muitos pais.

Recentemente, o assunto voltou à tona quando o remédio fitoterápico Funchicórea, usados por muitos pais ao longo de mais de 70 anos para tentar amenizar a dor nos filhos, começou a sumir das prateleiras das farmácias. Isso porque seu registro foi cancelado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) devido à falta de comprovação científica de eficácia e segurança.

É normal?
Vale lembrar que não existe um remédio específico para as cólicas do bebê, já que elas não estão associadas a nenhuma doença. São um problema fisiológico, comum em recém-nascidos, que têm um sistema digestivo ainda imaturo, em desenvolvimento. Agora que você já sabe que é normal, procure ficar calma (OK, a gente sabe que é difícil). Isso porque a sua ansiedade pode deixar o seu bebê agitado, o que só vai piorar a situação. 
Será que é cólica?
Veja alguns sinais básicos para identificar o problema:

- O bebê chora sem parar
 

- Você já o alimentou, trocou a fralda, verificou se não era frio ou calor, e mesmo assim seu filho continua chorando
 

- Ele se contorce e flexiona as perninhas em direção ao abdome
 

- A barriga fica endurecida
 

- Ele solta gases
 

- O rosto fica avermelhado
 

- As mãos ficam com os punhos fechados
 

- A expressão do rosto é de dor e sofrimento 

Como aliviar as cólicas?
Além da tranquilidade dos pais, colo, massagem e carinho são fundamentais para acalmar o bebê na hora do choro.
- Deite-o de bruços e embale-o nos braços. 

- Coloque a barriguinha dele em contato com o seu abdome: calor e aconchego ao mesmo tempo são imbatíveis!
 

- Aquecer o local traz conforto. Esquente um pano a ferro ou opte por uma bolsa de água quente. Tome cuidado para não esquentar demais e nunca encoste a superfície quente direto na pele da criança. Envolva-a em um pano. Em lojas de artigos para bebês há bolsas térmicas de gel.

- Fique com o seu filho em um ambiente aconchegante, à meia luz e, se puder, coloque uma música relaxante.
 

- Apesar de o peito acalmar a criança, evite amamentá-la, pois a sucção estimula as contrações intestinais, o que agrava as dores.
 

- Massagens na barriga ajudam a soltar os gases. Passe a mão com um pouquinho de óleo de bétula ou de amêndoa, em movimento circulares. Isso aquece o local e acalma o bebê.
 

- Exercícios com as pernas também contribuem para diminuir as dores e soltar gases. Deite o bebê de costas e flexione as suas perninhas sobre o adbome.
 

- Caso as cólicas continuem intensas, consulte o pediatra.



Luxação e Instabilidade do Ombro, o que é?


O ombro é a articulação do corpo com maior arco de movimento. Para que isso seja possível, o úmero (osso do braço) tem sua extremidade (cabeça do úmero), que se liga a articulação do ombro – se liga na glenóide – em forma de bola, enquanto a glenóide tem a forma de uma colher, para permitir que o ombro faça muitos movimentos sem limitações.

A cabeça do úmero é maior que a glenóide, assim, quando submetidos a uma força excessiva que empurra o ombro em uma direção (exemplos comuns são quedas e lesões no esporte), ocorre a perda de contato da cabeça do úmero com a glenóide (luxação).

As luxações podem ser anteriores, posteriores ou para baixo, sendo a luxação anterior a mais freqüente. Quando a luxação é incompleta, parte da articulação não esta em contato, chamamos de subluxação. As forças que causam as luxações, também podem lesar os tendões e ligamentos que sustentam a articulação.

Após uma luxação, a cápsula da articulação do ombro pode ter ficado frouxa, e permitir repetidas luxações a qualquer grau de força, a isso chamamos instabilidade do ombro.

Sinais e sintomas

Com a luxação, a pessoa sente intensa dor, pois o ombro está fora do lugar. A contração muscular piora a dor, pode haver fraqueza muscular, edema e deformação da articulação.

Quando procurar o ortopedista?

Caso apresente os sintomas descritos acima ou suspeite de uma luxação, é um caso de emergência médica, devendo procurar um atendimento médico o mais rápido possível.
Qual o tratamento?

O ortopedista deverá solicitar um Raio X do ombro para ver a direção e extensão da luxação, e se não há fraturas associadas para serem tratadas. Então, o paciente será sedado, o ombro colocado no lugar (procedimento chamado redução), e neste momento a dor aguda irá passar.

Após a redução, o ombro será imobilizado por algumas semanas. Colocar gelo por 20 minutos, três a quatro vezes ao dia melhora o processo inflamatório e o edema. Quando liberado, o ombro, para mobilização, deve-se iniciar um programa de fisioterapia para fortalecer os tendões, ligamentos e músculos para prevenir novas luxações.


Uma luxação é fator de risco para novos episódios, favorece a instabilidade do ombro. As pessoas jovens e que praticam atividades físicas apresentam maior incidência de instabilidade. Esta deve ser tratada de forma cirúrgica para reforçar as estruturas que sustentam a articulação do ombro. Após a cirurgia, este ombro deve ser imobilizado e quando liberado para mobilização, deve-se iniciar fisioterapia. A recuperação funcional deve ocorrer em alguns meses.

Prevenção

Prevenir quedas e usar equipamentos de proteção ao praticar esportes





















quarta-feira, 27 de março de 2013

Gelo ou Calor?

Essa dúvida é comum, e quando olhamos a literatura médica a respeito temos algumas boas respostas, mas ainda algumas dúvidas.

1. Gelo: a melhor hora para usar é na fase aguda, logo após um problema que acabou de ocorrer (uma torção de tornozelo, um problema súbito de estiramento muscular, uma pancada, somente para citar alguns exemplos). O gelo deve ser usado em um saco plástico, para evitar o contato direto com a pele, diminuindo a chance de ter queimaduras (que não são tão raras assim). O tempo necessário é no mínimo 20 minutos e no máximo 30 minutos, dependendo da área afetada. Se você está aplicando isso numa lesão muscular (que causa geralmente problemas mais profundos) o mais importante é a compressão que se usa junto com o gelo, para se evitar a formação de um grande hematoma, que pode formar uma grande fibrose ao longo do processo de cura (e isso é ruim para o músculo, no futuro).

O gelo também é um bom mecanismo analgésico para o pós-operatório de algumas cirurgias, principalmente joelho e ombro. Existem até mesmo aparelhos específicos para que se use o gelo ou a água gelada de forma mais simples, mas infelizmente esses produtos ainda são muito caros em nosso país - algumas clínicas e hospitais disponibilizam para os pacientes, mas somente aqueles que dispõem de um serviço bom de fisioterapia hospitalar. 


O que não se deve fazer é usar o gelo por muito tempo (20 minutos, por exemplo) e voltar para a prática esportiva. Você até pode usar o gelo por alguns minutos (2 a 3 minutos), mas se usou por muito tempo a unidade motora pode ficar comprometida, e causar lesões quando você por correr ou jogar o seu futebol, por exemplo. 

2. Calor: não deve ser usado em contusões agudas, pois pode aumentar o processo inflamatório inicial, e logicamente com isso piorar a dor. O uso do calor normalmente é reservado a quadros musculares mais crônicos, em associação com outros métodos de fisioterapia - como frequentemente vemos nas dores lombares, nas contraturas musculares e nas artrites. Especificamente nos joelho o calor ajuda muito os quadros crônicos de dor, e existem até mesmo algumas pomadas no mercado que fazem o aumento da temperatura no local onde estão sendo aplicadas. 

O mais importante é você usar gelo ou calor para aliviar as dores enquanto espera uma consulta médica, pois nada melhor do que saber logo o que tem para tratar de forma adequada. 


Fonte: http://www.neo.org.br

Tipóia Crio com Bolsa de Gelo Salvapé