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sábado, 17 de setembro de 2011

ORTOPEDISTAS FARÃO CAMPANHA SIMULTÂNEA DIA 18, EM 11 ESTADOS BRASILEIROS


Às 10 horas deste domingo, dia 18, ortopedistas vão se reunir nas praças de 11 Capitais brasileiras, para uma campanha simultânea pela redução dos acidentes de trânsito. O coordenador da campanha da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT, Paulo Lobo, de Brasília, considera que apesar do Brasil estar engajado na Década pelo Trânsito Seguro, estabelecida pela ONU, o País precisa fazer muito mais. “Os acidentes de trânsito crescem tão rapidamente no Brasil, que é possível que até o final da década se transformem na maior causa de morte, ultrapassando doenças cardiovasculares e tumores cancerosos”, conta. 
 
Para o ortopedista, os médicos que vivem o dia a dia dos hospitais e que convivem o imenso sofrimento das vítimas do trânsito, por vezes amputadas ou tornadas inválidas, resolveram unanimemente dedicar o Dia do Ortopedista, que se comemora esta semana, para uma campanha de redução do número de acidentes. “O trânsito se baseia num tripé”, explica Paulo Lobo, na Engenharia de Tráfego e na Fiscalização, atribuições do Estado, e na Educação, que é onde a sociedade civil pode ajudar.
 
Os ortopedistas resolveram pela campanha, levando em conta os excelentes resultados de outras mobilizações que fizeram no passado, pelo uso do capacete pelos motociclistas, contra a mistura de álcool com direção e pelas cadeirinhas para as crianças. “O resultado dessas campanhas se mede em economia de vidas”, diz o presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Osvandré Lech. Ele lembra que no Brasil o trânsito mata 40 mil pessoas por ano, 110 por dia e 90% dos acidentes são decorrência de falha humana. 
 
FOLDER EXPLICATIVO
 
Além de faixas informativas alusivas à campanha, a SBOT vai distribuir em todas as Capitais folders especialmente confeccionados, com dados sobre a gravidade do problema.
 
O trabalho revela que com 1,3 milhão de mortes anuais no mundo, o trânsito já se tornou a principal causa de morte na faixa etária dos 15 aos 29 anos e provoca ferimentos em 50 milhões de pessoas anualmente. 
 
Outro dado constante do folder é que 50% das vítimas são as mais vulneráveis, isto é, pedestres, motociclistas e ciclistas e que comprovadamente a redução de 5 quilômetros por hora na velocidade média reduz em 30% os acidentes fatais.
 
Quanto ao resultado do uso de equipamentos de segurança, o capacete reduziu em 40% a morte de motociclistas, o cinco de segurança, usado inclusive no banco de trás foi responsável por 65% de mortes a menos, enquanto a cadeirinha, que se tornou recentemente obrigatória, no Brasil, reduz comprovadamente em 70% o número de mortes de crianças e em 80% as fatalidades com bebês.